Série Relatório do Direito Humano à Saúde no Brasil
Título
Série Relatório do Direito Humano à Saúde no Brasil
Descrição
Num esforço de superar tanto o verbalismo quanto o ativismo, o CEAP e o Fórum Nacional de Defesa do Direito Humano à Saúde desafiaram-se a construir anualmente o Relatório do Direito Humano à Saúde no Brasil. O seu principal objetivo é subsidiar a luta pelo direito humano à saúde no Brasil. Em vista deste propósito, a sua construção implica um caminho metodológico participativo, num processo onde temas, dados e experiências são sugeridas e vocalizadas pelos próprios sujeitos, respeitando, sobretudo, seu lugar de fala, seus saberes e práticas. Assim, pretende-se uma reflexão “com” e não “para” eles, buscando alimentar uma práxis transformadora da realidade.
Num esforço de superar tanto o verbalismo quanto o ativismo, o CEAP e o Fórum Nacional de Defesa do Direito Humano à Saúde desafiaram-se a construir anualmente o Relatório do Direito Humano à Saúde no Brasil. O seu principal objetivo é subsidiar a luta pelo direito humano à saúde no Brasil. Em vista deste propósito, a sua construção implica um caminho metodológico participativo, num processo onde temas, dados e experiências são sugeridas e vocalizadas pelos próprios sujeitos, respeitando, sobretudo, seu lugar de fala, seus saberes e práticas. Assim, pretende-se uma reflexão “com” e não “para” eles, buscando alimentar uma práxis transformadora da realidade. Quiçá esta iniciativa tenha vida longa e alimente nossos sonhos de um mundo melhor para todas e todos, onde a saúde seja um direito de todas e todos e não uma mercadoria afeita a exploração e acumulação capitalista. Que a elaboração deste Relatório anual se transforme não apenas num “produto” fim, uma publicação, mas que ele seja o resultado de um processo político-pedagógico criativo, que se reinventa a cada ano, num movimento de aprendizagens permanentes e que nutrem a nossa práxis ou “quefazer” cotidiano.
Num esforço de superar tanto o verbalismo quanto o ativismo, o CEAP e o Fórum Nacional de Defesa do Direito Humano à Saúde desafiaram-se a construir anualmente o Relatório do Direito Humano à Saúde no Brasil. O seu principal objetivo é subsidiar a luta pelo direito humano à saúde no Brasil. Em vista deste propósito, a sua construção implica um caminho metodológico participativo, num processo onde temas, dados e experiências são sugeridas e vocalizadas pelos próprios sujeitos, respeitando, sobretudo, seu lugar de fala, seus saberes e práticas. Assim, pretende-se uma reflexão “com” e não “para” eles, buscando alimentar uma práxis transformadora da realidade. Quiçá esta iniciativa tenha vida longa e alimente nossos sonhos de um mundo melhor para todas e todos, onde a saúde seja um direito de todas e todos e não uma mercadoria afeita a exploração e acumulação capitalista. Que a elaboração deste Relatório anual se transforme não apenas num “produto” fim, uma publicação, mas que ele seja o resultado de um processo político-pedagógico criativo, que se reinventa a cada ano, num movimento de aprendizagens permanentes e que nutrem a nossa práxis ou “quefazer” cotidiano.
Num esforço de superar tanto o verbalismo quanto o ativismo, o CEAP e o Fórum Nacional de Defesa do Direito Humano à Saúde desafiaram-se a construir anualmente o Relatório do Direito Humano à Saúde no Brasil. O seu principal objetivo é subsidiar a luta pelo direito humano à saúde no Brasil. Em vista deste propósito, a sua construção implica um caminho metodológico participativo, num processo onde temas, dados e experiências são sugeridas e vocalizadas pelos próprios sujeitos, respeitando, sobretudo, seu lugar de fala, seus saberes e práticas. Assim, pretende-se uma reflexão “com” e não “para” eles, buscando alimentar uma práxis transformadora da realidade. Quiçá esta iniciativa tenha vida longa e alimente nossos sonhos de um mundo melhor para todas e todos, onde a saúde seja um direito de todas e todos e não uma mercadoria afeita a exploração e acumulação capitalista. Que a elaboração deste Relatório anual se transforme não apenas num “produto” fim, uma publicação, mas que ele seja o resultado de um processo político-pedagógico criativo, que se reinventa a cada ano, num movimento de aprendizagens permanentes e que nutrem a nossa práxis ou “quefazer” cotidiano.
Num esforço de superar tanto o verbalismo quanto o ativismo, o CEAP e o Fórum Nacional de Defesa do Direito Humano à Saúde desafiaram-se a construir anualmente o Relatório do Direito Humano à Saúde no Brasil. O seu principal objetivo é subsidiar a luta pelo direito humano à saúde no Brasil. Em vista deste propósito, a sua construção implica um caminho metodológico participativo, num processo onde temas, dados e experiências são sugeridas e vocalizadas pelos próprios sujeitos, respeitando, sobretudo, seu lugar de fala, seus saberes e práticas. Assim, pretende-se uma reflexão “com” e não “para” eles, buscando alimentar uma práxis transformadora da realidade. Quiçá esta iniciativa tenha vida longa e alimente nossos sonhos de um mundo melhor para todas e todos, onde a saúde seja um direito de todas e todos e não uma mercadoria afeita a exploração e acumulação capitalista. Que a elaboração deste Relatório anual se transforme não apenas num “produto” fim, uma publicação, mas que ele seja o resultado de um processo político-pedagógico criativo, que se reinventa a cada ano, num movimento de aprendizagens permanentes e que nutrem a nossa práxis ou “quefazer” cotidiano.
Num esforço de superar tanto o verbalismo quanto o ativismo, o CEAP e o Fórum Nacional de Defesa do Direito Humano à Saúde desafiaram-se a construir anualmente o Relatório do Direito Humano à Saúde no Brasil. O seu principal objetivo é subsidiar a luta pelo direito humano à saúde no Brasil. Em vista deste propósito, a sua construção implica um caminho metodológico participativo, num processo onde temas, dados e experiências são sugeridas e vocalizadas pelos próprios sujeitos, respeitando, sobretudo, seu lugar de fala, seus saberes e práticas. Assim, pretende-se uma reflexão “com” e não “para” eles, buscando alimentar uma práxis transformadora da realidade. Quiçá esta iniciativa tenha vida longa e alimente nossos sonhos de um mundo melhor para todas e todos, onde a saúde seja um direito de todas e todos e não uma mercadoria afeita a exploração e acumulação capitalista. Que a elaboração deste Relatório anual se transforme não apenas num “produto” fim, uma publicação, mas que ele seja o resultado de um processo político-pedagógico criativo, que se reinventa a cada ano, num movimento de aprendizagens permanentes e que nutrem a nossa práxis ou “quefazer” cotidiano.